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18 de outubro de 2011

As Escolas Privadas continuam a frente das Públicas

"Os rankings das melhores escolas já são conhecidos. O melhor estabelecimento de ensino público aparece depois da 20.ª posição. As notas dadas pelos professores continuam a divergir dos resultados das provas nacionais. Há casos em que a diferença chega aos sete valores.
Não há uma única escola pública nos primeiros 20 lugares dos rankings feitos com base nos resultados dos exames nacionais. Nem no Ensino Básico, nem no Secundário. No ano passado, havia quatro escolas públicas nos 20 primeiros. Neste momento, apenas 10 públicas conseguem um lugar na lista das 50 melhores classificadas nas contas feitas pelo jornal Público. Na seleção do diário, feita com base nos resultados dos exames das oito disciplinas com mais provas, a Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra, está em 21.º lugar e é a primeira escola pública a aparecer. No privado, o Colégio Luso-Francês aparece à frente com uma média de 14,46 no Secundário e o Externato Nossa Senhora da Paz lidera a lista no Ensino Básico, com uma média de 4,04 valores em 5 nos exames do 9.º ano.
Os métodos variam. Na análise feita pela Lusa, que selecionou as 16 disciplinas com mais de mil exames realizados, o Colégio Internacional de Vilamoura surge como a melhor escola privada do país e a Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra, a melhor pública. O colégio situado em Faro tem uma média de 14,7 valores e a escola de Coimbra, que ocupa o 22.º lugar no ranking da Lusa, uma média de 13,5 valores em 634 exames realizados. Em segundo lugar, surge o Colégio Manuel Bernardes, em Lisboa, com uma média de 14,5 valores em 194 exames e o Externato Ribadouro aparece na terceira posição.
A segunda melhor escola pública, a Secundária Dona Filipa de Lencastre, em Lisboa, surge em 32.º lugar no ranking com uma média de 12,6 valores em 391 exames feitos. Coimbra foi aliás o distrito que registou a melhor média, ou seja, 11 valores em 7 903 exames, seguindo-se Lisboa e Aveiro, ambos com média de 10,8. Portalegre continua no fim da tabela com uma média global de 9,2. As raparigas continuam a ter melhores notas quer nos exames quer nos resultados ao final do ano.
No fim da tabela do ranking da Lusa, estão oito escolas públicas e duas privadas. A Secundária da Baixa da Banheira é apresentada como a escola pública com mais de 100 exames feitos com os resultados mais fracos - uma média de 7,7 valores. O último lugar pertence ao Conservatório de Música do Porto com apenas um exame com a nota de 3,6 valores, no nível Secundário, porque no Básico, o cenário muda de figura. Aí o Conservatório de Música do Porto surge como a terceira melhor escola pública portuguesa dos exames do Ensino Básico com uma média de 3,41. António Moreira Jorge, o diretor, realçou, em declarações à Lusa, que a disciplina e a postura que a música dá aos alunos desenvolve-lhes "competências" e "capacidades" nas outras áreas do saber. "Este ano, a escola registou 150 can didatos com seis anos, mas só foram selecionados 22 alunos, tendo a seleção sido feita com base nas aptidões musicais", referiu.
A Secundária Fonseca Benevides, em Lisboa, ficou nos últimos lugares do ranking dos exames nacionais. E teve a pior média do país: 5,3 valores em 22 exames realizados. Jaime Lourenço, diretor da escola, afirmou à Lusa que a posição "não é estatisticamente representativa do ensino ministrado". "Temos tido dificuldades em abrir turmas para o prosseguimento dos estudos superiores. No ano passado, só abrimos uma turma do 12.º ano e dessa turma apenas cinco alunos se apresentaram aos exames nacionais. Os restantes 17 alunos vieram à escola só fazer os exames", explicou.
Comparações de contextos distintos
Para Armindo Cancelinha, da Associação Nacional de Professores (ANP), os rankings compararam o incomparável. "Desde logo, os critérios definidos para o aparecimento dos rankings são muito subjetivos. Quando comparamos escolas públicas que recebem alunos de diversos estratos sociais com escolas que têm alunos com outro nível de nível, é uma comparação que não me parece muito séria", refere ao EDUCARE.PT. Na sua opinião, também não faz sentido comparar uma escola que teve 20 alunos a fazer exames com outra que teve mais de 700.
"Os rankings valem o que valem. Passam uma ideia errada porque não se joga com as mesmas armas. Os contextos são completamente distintos. E são os contextos que definem os textos", sustenta o responsável. Ainda assim, Armindo Cancelinha considera que os rankings têm vantagens. Não pela sua publicitação, mas sim pela oportunidade que as escolas têm, com os resultados nas mãos, de refletirem sobre a sua realidade e os caminhos a seguir.
O número de escolas com média negativa nos exames nacionais do Ensino Secundário voltou a aumentar este ano: um quarto dos estabelecimentos de ensino não conseguiram passar dos 9,5 valores. A média global das notas dos exames nacionais desceu ligeiramente de 10,48 para 10,3, mas a média global das classificações de final de ano aumentou de 13,36 para 13,41 valores. As escolas privadas têm uma melhor média nos resultados dos exames, 11,7, enquanto as públicas ficaram-se pelos 10,3 valores. As privadas têm também uma melhor média de classificações de fim de ano, de 14,4 valores, enquanto nas públicas esse valor ficou nos 13,3.
Apenas 171 escolas, num total de 1291, atingiram média positiva nas provas nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática no Ensino Básico. Metade das escolas do Ensino Secundário teve média negativa no exame nacional de Língua Portuguesa B. As raparigas continuam a ter melhores resultados a Português e os rapazes a Matemática. O Colégio Oficinas de São José, em Lisboa, foi a escola com melhor desempenho a Português. O Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga, teve a melhor média a Matemática.
No mundo da Matemática, o panorama não é animador. O número de escolas com média positiva nos exames de Matemática A caiu 25%, apenas 62% das escolas conseguiram ter mais de 9,5 valores. No ano passado, a mesma percentagem andava nos 87%. O colégio privado Valsassinam em Lisboa teve o melhor resultado. Coimbra é o distrito com melhores notas a Matemática A, Bragança foi o melhor em Matemática B e Leiria o melhor nos exames de Matemática Aplicada às Ciências Sociais.
Uma vez mais, as notas dos exames voltam a ser mais baixas do que os resultados obtidos na avaliação contínua. Uma em cada quatro escolas passou de notas internas positivas para negativas nos exames nacionais: 152 das 616 escolas que deram positiva aos alunos acabaram por ter médias abaixo dos 9,5 valores na primeira fase dos exames nacionais. Trezentas e vinte e quatro escolas, num universo de 616, tiveram uma diferença superior a três valores. As diferenças entre a avaliação contínua e o exame vão desde os 0,2 aos sete valores. As variações mais acentuadas foram sentidas no Conservatório de Música do Porto, que de 11 passou para 3,6, e na Escola Portuguesa da Guiné-Bissau, de 12 para 5,7.
O desinteresse dos alunos pode ajudar a explicar esta discrepância. "A avaliação, já no ano passado, não foi muito satisfatória, mas este ano foi mais alarmante. Não vou procurar a justificação menos plausível, mas tenho a certeza, porém, que, comparando a estimativa da avaliação interna com a externa, vamos encontrar sempre um desnível em quase todas as escolas", disse Wilson Barbosa, diretor da escola, à Lusa. E acrescentou: "Os alunos revelam pouca responsabilidade partindo do pressuposto de que já têm uma avaliação interna que os possa favorecer, mesmo tirando uma nota menos boa no exame nacional. Fazendo a aritmética ponderada, vai-lhes dar a passagem, mesmo com dez e muitos alunos deixam de se empenhar nos exames nacionais."
Só duas escolas das ilhas estão entre as 200 com melhores resultados nacionais do Secundário, segundo a Lusa. O Colégio do Castanheiro, em Ponta Delgada, obteve uma média de 10,8 valores e ficou em 186.º lugar no ranking. A Secundária Domingos Rebelo ocupa a 198.ª posição a nível nacional. "Quando estamos a julgar uma escola por uma determinada média podemos estar a cometer algumas injustiças em relação à descoberta dos responsáveis, porque não é possível fazer essa justificação de forma abrangente e justa." Esta é a perspectiva do secretário regional de Educação da Madeira, Francisco Fernandes. "Quando julgamos uma escola de uma zona desfavorecida não podemos estar a comparar com o resultado de uma outra de uma zona urbana, mais favorecida, porque os alunos tiveram outras oportunidades, tiveram computadores desde pequenos, bibliotecas e enciclopédias em casa, habilitações dos pais que ajuda", justificou o governante, em declarações à Lusa."
Noticia de Sara Oliveira (13-10-2011) publicada em www.educare.pt

15 de junho de 2011

Projecto SerSeguro

Os alunos da Cesário Verde também contribuiram com desenhos.


180 polícias de “palmo e meio” em “Operações STOP” esta semana pelas freguesias

Sob a orientação dos agentes do programa “Escola Segura” da PSP, cerca de 180 alunos do 4.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico, vão sair para a rua fardados de polícia.
O objectivo desta iniciativa passa por sensibilizar condutores e peões para as questões de educação rodoviária, no sentido de prevenir a sinistralidade.

A campanha de sensibilização tem início esta quarta-feira, 15 de Junho, pelas 9h30,na freguesia de Famões, na Rua Santo Estêvão (perto do Restaurante O Manjar do Casal), e na sexta-feira, 17 Junho, na Arroja (perto do  Modelo). Igualmente de manhã, estes eventos terão lugar na Rua dos Açores e Rua São Tomé e Príncipe, na freguesia do Olival Basto; no Largo Hermínio Estrela (frente ao Externato Júlio César), na freguesia da Pontinha e na EN 250, junto à Rua Mário Viegas, na freguesia da Ramada.

Na tarde de quinta-feira, a partir das 14h30 estas “operações STOP” vão ser realizadas no Largo Vieira Caldas, freguesia de Caneças, e na Rua Almirante Gago Coutinho, junto ao Jardim do Chafariz d’el Rey, na tarde de sexta-feira, 17 de Junho, na freguesia de Póvoa Santo Adrião.

Miguel Durão in http://www.odivelas.com/

7 de março de 2011

O nosso monobloco

A Associação de Pais e Encarregados de Educação de EB1/JI Cesário Verde vem por este meio informar que, nas últimas semanas tem reunido com a Câmara Municipal de Odivelas, a Direcção do Agrupamento de Escolas de Caneças, a Coordenação da Escola EB1/JI Cesário Verde e a S-Cool no sentido de obter a melhor solução para a promoção de AEC'S e ATL dentro do recinto escolar.

Mais informamos que todas as entidades estão preocupadas com a salvaguarda da segurança e bem-estar das nossas crianças, não descurando a preocupação dos pais que não tem onde deixar as crianças.

Assim e, não podendo ainda adiantar muito sobre este assunto, informamos que o monobloco não será recolocado. No entanto, queremos descansar todos os pais e encarregados de educação que as crianças irão ter AEC'S e ATL nos horários normais até ao final do presente ano lectivo.

De momento estão avaliar-se todos os espaços dentro do recinto escolar para que o ATL volte a ter um espaço seu. Logo que tenhamos informações mais concretas iremos marcar uma reunião a fim de esclarecer todas as dúvidas.

4 de março de 2011

Em Odivelas, a Retirada dos MonoBlocos ATL das Escolas Gera Polémica

Veja aqui o vídeo


Em Odivelas, a Retirada dos MonoBlocos ATL das Escolas Gera Polémica.
No programa “Nós E A Escola” da OdivelasTV as Associações de Pais falaram do Movimento Associativo das Associações de Pais em Odivelas e do tema do Momento – Os Pavilhões MonoBloco.

A polémica já dura há algum tempo e tem a ver com a decisão do Executivo Municipal de retirar os Pavilhões MonoBloco de algumas Escolas do Concelho. Tudo começou com um Pavilhão MonoBloco que voou na Escola Cesário Verde em Caneças e o acidente motivou um repensar por parte do Município relativamente a estas estruturas que acolhem os ATL.

Da parte dos Pais a principal reivindicação é que qualquer que seja a solução encontrada a mesma seja implementada antes de retirados os Monobloco.

Por António Tavares in Odivelas.com.

Município de Odivelas vai retirar Pavilhões Monobloco das Escolas


O temporal que no Concelho de Odivelas afectou a Escola Cesário Verde na Freguesia de Caneças levando pelo ar o telhado do Pavilhão Monobloco estará na base da decisão do Executivo Municipal de retirar estes Pré-fabricados das Escolas do Concelho.

A decisão foi anunciada na reunião pública de Câmara do passado dia 22 de Fevereiro pela Presidente da Câmara Susana Amador e está a deixar à beira de um ataque de nervos as Associações de Pais.

Na verdade a grande questão é que com a retirada dos pavilhões Monobloco as crianças verão reduzidos os horários pela impossibilidade de realização das AECs/ATL e poucos pais têm possibilidade de às 17:30 estarem com os seus filhos.

A questão da segurança dos pavilhões Monobloco é argumentada pelo lado dos pais afirmando que a CMO deu o seu parecer positivo aos pré-fabricados.

Por António Tavares in Odivelas.com

24 de fevereiro de 2011

A Associação de Pais no OdivelasTV

Na passada terça-feira Cristina Matias, Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB1/JI Cesário Verde - Casal Novo esteve presente no programa "Nós e a Escola", no OdivelasTV, veja aqui a entrevista.

17 de fevereiro de 2011

Abertura da escola

Informa-se que, amanhã a escola irá abrir normalmente. Os espaços foram reavaliados, para que nada se altere na vida das nossas crianças.

As actividades de AEC's irão decorrer nos horários normais e o ATL estará assegurado como habitualmente.

No Odivelas.com


O temporal que se abateu durante o dia de ontem fez mossa no concelho de Odivelas. A “vítima” foi a Escola EB1/JI Cesário Verde, localizada em Casal Novo, freguesia de Caneças.

O alarme soou perto das 21h00, quando o presidente da autarquia canecense, bombeiros locais, PSP e Serviço de Protecção Civil foram chamados às instalações da escola, para dar conta que a cobertura e a parede de um edifício em madeira, onde habitualmente decorrem as Actividades Extra Curriculares (AEC), tinha levantado com a força do vento.
A odivelastv, além de recolher as fotos, teve ainda oportunidade de falar com Armindo Fernandes,  presidente da autarquia de Caneças que explicou o sucedido.

A nossa reportagem ouviu ainda uma avó que explicou que, enquanto o pavilhão não é recuperado, outras avós e pais vão ter que arranjar soluções para ter onde deixar os seus filhos e netos.
Por outro lado e em nota enviada às redacções, a Câmara de Odivelas deu conta que “os ventos muito fortes, que ocorreram a partir do início da noite do dia de ontem [n.d.r. 16 de Fevereiro], provocaram vários danos materiais no monobloco climatizado que se encontra no logradouro da escola, designadamente ao nível do telhado e numa das paredes laterais.(…)

Apesar da parte edificada ter permanecido intacta, a escola encontra-se encerrada durante o dia de hoje (17 de Fevereiro), de modo a salvaguardar a segurança das crianças e facilitar os trabalhos de remoção do monobloco, prevendo-se que amanhã a escola retome a sua actividade normal”, conclui o comunicado.

Na EB1/JI Cesário Verde estudam cerca de 200 alunos, entre os seis e os 14 anos.
Miguel Durão

Na RTP

Notícia da SIC

No expresso

Veja o vídeo aqui


Os pais que se dirigiram hoje à Escola Básica Cesário Verde, em Caneças, Odivelas, tiveram de voltar para trás com os filhos, sem saber quando reabre o estabelecimento atingido pelo mau tempo.

O telhado de um dos anexos da escola com Jardim de Infância foi levantado pelo vento, durante a noite, o que obrigou ao encerramento do recinto.

Para o local foi chamada a Protecção Civil de Odivelas e também os Bombeiros Voluntários de Caneças. Em declarações à agência Lusa, um funcionário da escola explicou que "por motivos de segurança", o estabelecimento vai ficar fechado, pelo menos durante a manhã, não adiantando pormenores.

Escola tem 200 alunos

A mesma informação foi transmitida aos pais que levavam os filhos às aulas, sem saber do sucedido. "Disseram-me que não ia haver aulas porque o telhado onde os meninos têm ATL tinha sido destruído. Não me disseram quando reabria", disse à Lusa Susana Vicente, antes de voltar para trás com as duas filhas.

Julieta Costa teve também de regressar a casa com o filho, que vai entregar aos cuidados dos avós: "A mim disseram-me que talvez só amanhã houvesse aulas, mas que à tarde tentasse ligar para saber".

Na Escola Básica Cesário Verde estudam 200 alunos, entre os seis e os 14 anos. 

No Público



Reabre só amanhã a Escola Básica com Jardim de Infância Cesário Verde, em Odivelas, encerrada hoje depois de a tempestade durante a noite ter destruído a cobertura de um edifício em madeira, contíguo à escola, onde funcionavam o Atelier de Tenpos Livres e algumas aulas, como as de música.

Depois de ter sido avançado que a escola poderia reabrir ainda na parte da tarde, após avaliados os estragos e feita a limpeza, um papel afixado na entrada avisa que a escola só reabrirá amanhã, apurou o PÚBLICO.

O complexo de madeira em causa ficou com a cobertura destruída e uma das paredes ficou muito danificada. A madeira e metal da estrutura ficaram espalhados pelo recinto usado para campo de jogos da escola, consegue ver-se apesar do PÚBLICO não ter sido autorizado a entrar.

No estabelecimento, localizado em Casal Novo, na freguesia de Caneças, estiveram os bombeiros locais, com seis elementos e duas viaturas, bem como a PSP, o Serviço Municipal de Protecção Civil e um vereador da Câmara de Odivelas, segundo adiantou à Lusa o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa.


A Câmara Municipal de Odivelas promete um comunicado sobre este assunto para hoje.

No Diário de Odivelas


O mau tempo que se fez sentir ao final da noite de ontem provocou estragos na Escola Cesário Verde, no Casal Novo, que vai estar encerrada esta manhã, não se sabendo ainda se as aulas retomarão no período da tarde.
Eram cerca das 21h00 quando o pavilhão do ATL, em madeira, contiguo ao edifício da escola ficou sem cobertura e uma parede também desabou em consequência da chuva e do vento forte.

O vereador da Protecção Civil, Paulo César e o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Caneças, Manuel Varela, que estiveram no local decidiram que a escola não deveria abrir durante a manhã de hoje, dando como prazo as 12h30 para a conclusão dos trabalhos de remoção dos escombros, altura em seria feita uma reavaliação da situação e de decidiria se a escola poderia abrir ou não à tarde.

No entanto, segundo fonte não oficial, parece que a empresa que construiu o pavilhão pediu para ninguém mexer e que seria a empresa a remover os escombros, pelo que não há certezas quanto à reabertura da escola.

Lembramos que em Fevereiro de 2010 o Pavilhão do ATL da Escola Dr. Mário Madeira na Pontinha sofreu idêntico acidente, tendo ficado totalmente destruído. Segundo conseguimos apurar o pavilhão da Cesário Verde seria do mesmo tipo de construção do da Pontinha e fornecido pela mesma empresa. 

No Diário de Noticias



A Escola Básica com Jardim de Infância Cesário Verde, em Odivelas, está hoje de manhã encerrada, devido a estragos provocados pelo mau tempo durante a noite, disse à agência Lusa fonte da Protecção Civil de Lisboa.

No estabelecimento, localizado em Casal Novo, na freguesia de Caneças, estão os bombeiros locais, com seis elementos e duas viaturas, bem como a PSP, o Serviço Municipal de Protecção Civil e um vereador da Câmara de Odivelas, segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa.

A chuva e vento fortes fizeram voar a cobertura de um edifício contíguo à escola, feito maioritariamente em madeira, onde desabou também uma parede, acrescentou a mesma fonte. O espaço servia para Actividades de Tempos Livres (ATL).

A escola fica encerrada pelo menos até às 12:30, para remoção dos escombros e será depois feita uma reavaliação da situação para determinar se pode ou não reabrir à tarde.

Desconhece-se a hora exacta em que terão sido provocados os danos na EB1 JI Cesário Verde, mas segundo o CDOS terá sido depois das 20:00. Os bombeiros foram alertados às 23:27.

Na TVI


ACTUALIZADA ÀS 10h10

A Escola Básica com Jardim de Infância Cesário Verde, em Odivelas, está encerrada, devido a estragos provocados pelo mau tempo durante a noite, disse à agência Lusa fonte da Protecção Civil de Lisboa.

A chuva e vento fortes fizeram voar a cobertura de um edifício contíguo à escola, feito maioritariamente em madeira, onde desabou também uma parede. O espaço servia para Actividades de Tempos Livres (ATL).

A escola fica encerrada pelo menos até às 12h30, para remoção dos escombros, e será depois feita uma reavaliação da situação para determinar se pode ou não reabrir à tarde.

No estabelecimento, localizado em Casal Novo, na freguesia de Caneças, estão os bombeiros locais, com seis elementos e duas viaturas, bem como a PSP, o Serviço Municipal de Protecção Civil e um vereador da Câmara de Odivelas, segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa.